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Prêmios de Comunicação da CNBB

2016

(imprensa, cinema, rádio e televisão)

Apresentação

Com a criação dos Prêmios de Comunicação, em 1967, durante os anos de censura militar, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – buscou estabelecer diálogo com o mundo da comunicação, da cultura e da criação artística. Ao mesmo tempo, procurou reconhecer e valorizar o trabalho dos profissionais que se empenhavam em produzir obras que dignificavam o ser humano como protagonista e sujeito da história na área da comunicação (imprensa, cinema, rádio e televisão). Este foi o olhar de esperança da Igreja no Brasil para com os produtores e profissionais da comunicação, durante o longo período de repressão Militar. Em 2008, como lembrança da Conferência Nacional dos bispos no Brasil, o então presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha, vice-presidente, dom Luiz Soares Vieira e o secretário-geral, dom Dimas Lara Barbosa, entregaram ao papa Bento XVI, uma estatueta dos prêmios Margarida de Prata para o cinema, Dom Helder Câmara para a imprensa, Microfone de Prata para o rádio e Clara de Assis para a televisão. Esta lembrança se encontra no Museu do Vaticano em reconhecimento da importância desta iniciativa da Igreja no Brasil.

Prêmios

Prêmio Margarida de Prata

A CNBB instituiu, em 1967, o primeiro Prêmio de Comunicação Margarida de Prata para o Cinema, que representou um importante apoio à produção cultural livre. Este foi o apoio da Igreja no Brasil para com os produtores e profissionais de cinema, durante a longa jornada de repressão Militar. Durante as quatro décadas de premiação das produções cinematográficas, Margarida de Prata revelou novos nomes e confirmou diretores e produtores consagrados do cenário cinematográfico do país: Tizuka Yamasaki (“Gaijin, Caminhos da Liberdade”, 1981; “Aparecida, o Milagre, 2011), Leon Hirszman (“São Bernardo”, 1971; “Eles não usam Black‐Tie”, 1982; “Imagens do Inconsciente”,1988), Walter Lima Júnior (“Em Cima da Terra Embaixo do Céu”, 1982), Roberto Farias (“Pra Frente Brasil”,1983), Vladimir Carvalho (“Evangelho Segundo Teotônio”, 1985; “Conterrâneos Velhos de Guerra”,1990), Jorge Furtado (“Ilha das Flores”, 1990), Eduardo Coutinho (“O Fio da Memória” – menção honrosa, 1991; “Boca de Lixo” – Vídeo – 1994; “Edifício Master”, 2002), Nelson Pereira dos Santos (“A Terceira Margem do Rio”, 1994; “Raízes do Brasil”, 2004), Sérgio Rezende (“Lamarca”– menção honrosa, 1994), Helvécio Ratton (“O Menino Maluquinho”, 1995), Walter Salles Júnior (“Terra Estrangeira” – com Daniela Thomas – 1996), Walter Salles (“Central do Brasil”, 1998; “Abril Despedaçado” 20002), João Moreira Salles (“Notícias de uma Guerra Particular” – com Kátia Lund, 2000); “Nelson Freire”, 2003), Laís Bodanzky (“Bicho de Sete Cabeças”, 2001), Jorge Duran (“É Proibido Proibir” – longa – 2006).

Prêmio Microfone de Prata

A CNBB prosseguiu com a concessão de prêmios àqueles que se dedicam à comunicação voltada para a justiça social e a promoção humana. Assim, em 1980, apoiou a criação do Prêmio Microfone de Prata para o Rádio, promovido pela UNDA-Brasil – União de Rádio Difusão Católica. Em 2010 esta organização foi extinta e a RCR – Rede Católica de Rádios deu continuidade ao projeto. O Prêmio Microfone de Prata tem como objetivo apoiar a produção de programas radiofônicos nas categorias de Jornalismo, entretenimento e religioso. A premiação tem incentivado as emissoras a produzir programas com qualidade técnica, linguagem radiofônica, criatividade e conteúdos que contemplem a evangelização.

Prêmio Dom Helder Câmara

Em comemoração aos 50 anos de fundação da CNBB – Conferencia Nacional dos Bispos no Brasil, em 2002, a Assessoria de Imprensa da CNBB instituiu o Prêmio Dom Helder Câmara de Imprensa, com o objetivo de premiar reportagens e trabalhos jornalísticos voltados à promoção humana e social, cujos objetivos coincidam com as propostas da Igreja no Brasil. Ao dar o nome de Dom Helder Câmara ao novo prêmio de comunicação, a CNBB quis prestar uma homenagem ao fundador da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, sendo reconhecido como um grande comunicador na Igreja e na sociedade.

Prêmio Clara de Assis

Em 2005 a CNBB instituiu o Prêmio Clara de Assis para a Televisão, concedido a programas televisivos nacionais produzidos e exibidos por emissoras comerciais, educativas e comunitárias que trazem em seu conteúdo valores humanos, éticos e cristãos. A criação do Prêmio Clara de Assis valoriza aspectos éticos e construtivos das produções televisivas, bem como o desempenho de profissionais e a qualidade dos trabalhos na construção de uma comunicação solidária, a serviço do bem comum.

Apoio

Interatividade

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Você que vai concorrer aos prêmios de comunicação em alguma categoria é convidado a nos enviar um vídeo de 30 segundos a um minuto, que pode ser filmado com o próprio smartphone falando brevemente de sua obra e de sua expectativa com os Prêmios de Comunicação da CNBB 2016.

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Contato

Tel: (61) 2103-8366 – (61) 2103-8249

E-mail: premiosdecomunicacaocnbb@gmail.com